Verão passado conheci uma garota chamada Clarisse, uma bela jovem, mas que parecia estar abatida. Até que um dia, vendo-a chorar, perguntei o que estava acontecendo. Com os olhos cheios de lágrimas e quase que aos soluços, ela me explicou sua história.
- Há algum tempo conheci um garoto. Ele era novo na minha escola. Não era um exemplo de beleza, mas era simpático e muito carinhoso. Logo nos tornamos amigos. Conversávamos muito, éramos confidentes. Mas depois de um tempo percebi que nossa amizade não era mais a mesma. Quando a gente ficava sem se ver por muito tempo, o coração parecia que ia se desfazendo em mil pedaços. Quando nos encontrávamos, as sensações eram diversas, eu sentia minhas mãos ficarem geladas e meus olhos brilhavam.
Eu ouvia atentamente a história, enquanto ela continuava.
- Resolvi conversar com ele sobre o que estava acontecendo e qual não foi a minha surpresa, quando ao terminar de falar, ele me beijou. Nunca havia sentido nada igual. Mas havia algo estranho. Ele chorava. Quando perguntei se algo estava errado, ele me olhou e então disse: “– Oh, minha doce amada. Não quero que penses que estas lágrimas são de tristeza, muito pelo contrário, estou extremamente feliz por saber que sentes o mesmo por mim (...)”.
Sem entender o motivo do choro de Clarisse, perguntei.
- Se vocês estão apaixonados e levando em conta o que aconteceu, por que choras?
Então ela se dirigiu a mim com um olhar tão profundo como nunca antes havia recebido e me disse:
- Ele morreu!
Depois de ouvir tal declaração abracei-a e disse.
- Querida Clarisse. Menina tão doce como nunca antes conhecera. Descobriste ao lado desse teu amigo, o amor. E agora, infelizmente, sofres a perda. Entendo o motivo do teu choro. Ele levou consigo uma parte do teu coração e choras porque essa ferida cicatriza devagar e dói demais.
E olhando em seus olhos ainda disse.
- Chore! Porque estas lágrimas não são só de tristeza. Representam também os bons momentos que passaram juntos e que a tua memória teima em reviver.
- Há algum tempo conheci um garoto. Ele era novo na minha escola. Não era um exemplo de beleza, mas era simpático e muito carinhoso. Logo nos tornamos amigos. Conversávamos muito, éramos confidentes. Mas depois de um tempo percebi que nossa amizade não era mais a mesma. Quando a gente ficava sem se ver por muito tempo, o coração parecia que ia se desfazendo em mil pedaços. Quando nos encontrávamos, as sensações eram diversas, eu sentia minhas mãos ficarem geladas e meus olhos brilhavam.
Eu ouvia atentamente a história, enquanto ela continuava.
- Resolvi conversar com ele sobre o que estava acontecendo e qual não foi a minha surpresa, quando ao terminar de falar, ele me beijou. Nunca havia sentido nada igual. Mas havia algo estranho. Ele chorava. Quando perguntei se algo estava errado, ele me olhou e então disse: “– Oh, minha doce amada. Não quero que penses que estas lágrimas são de tristeza, muito pelo contrário, estou extremamente feliz por saber que sentes o mesmo por mim (...)”.
Sem entender o motivo do choro de Clarisse, perguntei.
- Se vocês estão apaixonados e levando em conta o que aconteceu, por que choras?
Então ela se dirigiu a mim com um olhar tão profundo como nunca antes havia recebido e me disse:
- Ele morreu!
Depois de ouvir tal declaração abracei-a e disse.
- Querida Clarisse. Menina tão doce como nunca antes conhecera. Descobriste ao lado desse teu amigo, o amor. E agora, infelizmente, sofres a perda. Entendo o motivo do teu choro. Ele levou consigo uma parte do teu coração e choras porque essa ferida cicatriza devagar e dói demais.
E olhando em seus olhos ainda disse.
- Chore! Porque estas lágrimas não são só de tristeza. Representam também os bons momentos que passaram juntos e que a tua memória teima em reviver.

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